Eucaristia, esplendor da Igreja

Sempre é uma renovada alegria quando nos reunimos para celebrar a Eucaristia. Nosso coração se enternece! Nosso espírito exulta de alegria no Senhor. Ah, se todas as pessoas do mundo conhecessem o esplendor da Eucaristia. Se conhecessem e celebrassem tão grande mistério: Deus em meio a nós, Deus para nós, Deus em nós.

O Evangelho de João (6,44-51) nos remete ao esplendor da Eucaristia.
Jesus disse à multidão: “Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou, não o atrair. E quem vem a mim, eu o ressuscitarei no último dia.”

Promessa! Razão do nosso Credo. Certeza do que há de vir.

Se o mundo não crer, nós cremos, Senhor. E porque cremos, celebramos. E porque celebramos, anunciamos o Vosso reino. Damos testemunho de que, só Vós, tendes palavras de vida eterna. Ninguém jamais viu o Pai, senão o Filho, ou a quem o Filho lhe revelar. Em verdade – diz o Senhor – em verdade vos digo: Eu sou o pão da vida. Isto faz menção a um fato histórico, no relato do Livro do Êxodo, quando o povo caminhava no deserto faminto e Deus fez chover o maná. “Vossos pais comeram o pão do Céu, mas todos morreram. Quem comer, porém, do pão que eu der, viverá eternamente.”
Se as pessoas compreendessem o significado da Eucaristia, correriam todas, famintas, à mesa do Senhor. Onde Ele continua se doando, alimentando-nos e comunicando-nos, por Seu Corpo, a vida que Ele possui em plenitude. ‘Eis aqui, o pão que desceu do Céu.’

Se você fixar os olhos no altar da sua Igreja, se você não olhar para o celebrante (deves desejar olhar para o verdadeiro e único sacerdote: Jesus Cristo), você ficará maravilhado(a).

“Eu sou o pão vivo descido do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente.”

Quantas pessoas estão morrendo de fome, enquanto nos altares do mundo inteiro Ele continua dando-se em forma de pão. Pão que alimenta nossa esperança, que fortalece o nosso corpo para caminhada difícil. ‘Tu és pão que nutre a esperança do teu povo.’

‘Oh Jesus, dai-nos um coração Eucaristizado. Abri nossos olhos, iluminai nossas mentes, para compreendermos o que fazemos todos os dias na Eucaristia. Para que, além dos sinais, dos gestos e dos ritos, mergulhemos no Vosso infinito amor. Para que nos saciemos do Pão do Céu.’

Nunca iremos nos acostumar com algo tão grande, que transcende ao conhecimento humano. Vai muito além do que aprendemos na Teologia. Deus em meio a nós, comunhão inefável de amor. Presença que embriaga a alma com a alegria do Céu. Que possamos pedir esta graça de sabermos celebrar tão grande e sublime Sacramento.

Cristo nos convida!
“Fazei isto”
Nos convida para participarmos do seu sacrifício redentor, do seu sacrifício pelo qual o mundo foi salvo. Ele nos convida a recebê-Lo em comunhão: isto é o meu corpo, eu sou o pão vivo descido do Céu. A cada missa Ele se faz presente. E uma só missa celebrada assim, piedosamente, te levará para o Céu.
É impossível viver sem a Eucaristia. Ela faz a igreja. É o ápice da vida cristã. É a vértice de todo o nosso trabalho.

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